Campeão no ano anterior, time paulista derrotou o surpreendente Concórdia na final com uma vitória por 2 a 1 no jogo de ida e um empate em 2 a 2 na volta em São Sebastião do Paraíso-MG.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 17 de novembro de 2013, Falcão confirmava a fama de predestinado ao marcar, de cabeça, o gol do bicampeonato do Orlândia na LNF (Liga Nacional de Futsal). O time paulista conquistou o título ao empatar em 2 a 2 com o Concórdia, em São Sebastião do Paraíso-MG, depois de vencer a partida de ida, em Santa Catarina por 2 a 1. Aquela foi a oitava vez que o camisa 12 levantou o troféu mais importante do futsal brasileiro. Ele ainda seria campeão no ano seguinte, pelo Sorocaba, quando obteve o caneco pela última vez.

Neste sábado, às 11h15, o SporTV exibe uma reprise de Orlândia 2 x 2 Concórdia. O jogo será o 14° episódio da série Especial SporTV Futsal.


Falcão com o troféu de 2013, sua oitava LNF pessoal — Foto: Flávio Dilascio

– Foi uma história difícil, que valorizou muito o nosso trabalho. Em certos momentos, a gente não fez uma boa Liga. Mas o momento certo de jogar é o mata-mata. Cada título tem uma história. Fico muito feliz com mais esse título. De ter passado por aqui e fazer história, como fiz no Santos, no Atlético-MG… Eu nasci para fazer isso aqui – disse Falcão, que deixaria o Orlândia no fim daquele ano.

Time demora a embalar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De fato, o Orlândia fez uma campanha não tão regular como a do ano anterior. Na primeira fase, a equipe do técnico Cidão classificou-se apenas na quarta colocação, atrás de Joinville, Corinthians e Jaraguá. Veio a segunda fase, e o time alvigrená avançou em primeiro numa chave que tinha Marechal Rondon, Umuarama e Guarapuava. No mata-mata, triunfos sobre o Cascavel nas quartas de final e sobre o Corinthians na semi.

Restava a decisão contra surpreendente Concórdia. Com um investimento relativamente baixo, o time do interior catarinense eliminara os poderosos Carlos Barbosa e Joinville antes de chegar à final. Comandado por Serginho Shiochet – que viraria técnico da seleção brasileira no ano seguinte – o Concórdia tinha como armas as suas duas principais revelações, o goleiro Gian Wolverine e o pivô Pito.

Na partida de ida, inclusive, Pito abriu o placar com um golaço. Só que Sinoê empatou na sequência e, pouco depois, o reserva Cesar Paulo virou para 2 a 1, definindo o placar e dando ao Orlândia a vantagem do empate no segundo jogo, na Arena Paraíso.


Marinho faz a marcação de Pito, autor de um golaço no 1° jogo — Foto: Ricardo Artifon/CBFS

Concórdia dá trabalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mesmo com o cenário desfavorável, o Concórdia correu atrás, e abriu o placar na decisão aos oito minutos, com Biel. A um minuto do intervalo, porém, Vinicius – autor do gol do título no ano anterior – empatou, levantando a torcida orlandina.

Veio o segundo tempo, e o Concórdia retomou a dianteira com Dé, aos dois minutos. Contudo, quando a partida se encaminhava para a prorrogação, Falcão aproveitou um lançamento longo de Gadeia e desviou de cabeça, marcando o gol do título. Festa para uma equipe que ainda seria vice-campeã da LNF nos dois anos seguintes.


Jogadores posam após a conquista — Foto: Luciano Bergamaschi / CBFS

Fonte: Globo.com