Brasil enfrenta a Costa Rica em amistosos no Mato Grosso, em novembro

Brasil enfrenta a Costa Rica em amistosos no Mato Grosso, em novembro

Jogos serão realizados nos dias 17 e 19 do próximo mês nas cidades de Campo Verde e Cuiabá. Será a segunda convocação do técnico Marquinhos Xavier

A seleção brasileira de futsal já tem marcados os seus próximos compromissos. Depois de vencer o Uruguai em amistosos e conquistar o Zonal Norte da Liga Sul-Americana, o Brasil volta a atuar em novembro em dois amistosos contra a Costa Rica. As partidas serão nos dias 17 e 19, nas respectivas cidades de Campo Verde e Cuiabá. Esta será a segunda convocação do técnico Marquinhos Xavier.


O Brasil, do craque Falcão, volta a jogar em novembro (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

O último encontro entre Brasil e Costa Rica ocorreu em 2013, também em uma série de dois amistosos, só que em São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu-PR. Foram duas vitórias dos brasileiros, uma por 3 a 0 e a outra por 4 a 1.
A Costa Rica ainda chegou a visitar o país em outra oportunidade, no Grand Prix de 2014, realizado em São Bernardo do Campo-SP. A equipe ficou no grupo B da competição, ao lado de Irã e Guatemala, e acabou perdendo as duas partidas, ficando de fora das semifinais. Na disputa de quinto e sexto lugar, os costarriquenhos venceram o Vietnã por 3 a 1.

Fonte: Globo.com

Falcão e Ronaldinho costuram acordo para jogarem juntos na seleção de futsal

Falcão e Ronaldinho costuram acordo para jogarem juntos na seleção de futsal

Durante torneio internacional de futsal em Dubai, Falcão faz convite para ex-jogador de futebol participar de partidas pontuais pela seleção brasileira

Já imaginou Falcão e Ronaldinho Gaúcho jogando juntos? O sonho pode estar próximo de se tornar realidade. Em Dubai, durante evento internacional de futsal, os dois conversaram sobre a possibilidade do ex-jogador de futebol participar de jogos pela seleção brasileira de futsal e até mesmo pelo Sorocaba, time de Falcão.

A intenção é usar a imagem de Ronaldinho Gaúcho e Falcão para captar mais patrocinadores para a seleção brasileira de futsal, que voltou para o comando da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS) após período de parceria entre a entidade e a CBF, que indicou outra empresa para ser gestora e cuidar do marketing.

Com problemas financeiros, a CBFS busca resgatar a imagem no mercado e entre os próprios jogadores, que chegaram a protestar por conta da situação precária que eram recebidos durante amistosos e torneios oficiais.
Aos 37 anos, Ronaldinho não atua oficialmente desde 2015, na passagem pelo Fluminense. Desde então, atua como embaixador do time master “Lendas FC Barcelona”. Apesar de não ter anunciado oficialmente a aposentadoria, dificilmente o ex-camisa 10 da seleção brasileira aceitaria um novo contrato para jogar futebol.


Ronaldinho Gaúcho em ação na Premier Futsal. Brasileiro fez sucesso entre fãs que o viam jogar futebol (Foto: Divulgação/Premier Futsal)

A idade, porém, não seria problema caso Ronaldinho aceitasse defender a seleção brasileira de futsal. Aos 40 anos, Falcão sonha em disputar a próxima Copa do Mundo, em 2020, antes de anunciar a aposentadoria oficial.

O possível “sim” de Ronaldinho para atuar na seleção brasileira não atrapalharia a agenda do craque, que apenas se apresentaria em dias de jogos, sem a obrigatoriedade de treinar diariamente. A adaptção, pelo visto, não é problema. No torneio disputado em Dubai, o brasileiro chamou a atenção pelo repertório de dribles e pelas grandes atuações.

A primeira possibilidade dos dois atuarem juntos seria em novembro ou dezembro, em possíveis amistosos que a seleção brasileira possa marcar.

Em uma rede social, Ronaldinho deixou no ar a revelação de um novo projeto em conjunto com Falcão. Seria o anúncio de que agora irá defender a seleção brasileira de futsal?

Fonte: Globo.com

De volta à seleção, Falcão quer usar legado para formar novos ídolos no futsal

De volta à seleção, Falcão quer usar legado para formar novos ídolos no futsal

Aos 40 anos, atleta volta a vestir a camisa 12 amarelinha no início da era Marquinhos Xavier e diz que pode ajudar mais fora que dentro de quadra

São 20 anos vestindo a camisa da seleção brasileira de futsal. Tempo suficiente para que seja difícil enumerar a quantidade de títulos de Falcão com a camisa 12 do Brasil. Mais difícil ainda é dimensionar o legado do craque no futsal nacional e o patamar que o Brasil chegou graças ao talento dele. Todos esses motivos explicam a volta de Falcão à seleção meses depois de anunciar a aposentaria da amarelinha. Nesta sexta-feira, o craque recomeçou a história na seleção no Centro Olímpico, em Uberaba (MG), na vitória sobre o Uruguai. Mas agora não só como atleta. Como embaixador de Relações Institucionais da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), o atleta reconhece que, com 40 anos, tem muito mais a ajudar fora das quadras. O rompimento da parceria de gestão da seleção brasileira de futsal entre a CBFS e o Grupo Águia, avalizado pela CBF, resultou em um convite para retornar aceito: “É minha segunda pele”, afirma.


Falcão reestreou pelo Brasil contra o Uruguai no amistoso em Uberaba (Foto: Ricardo Artifon/Divulgação)

Falcão disse que optou por anunciar a aposentadoria depois que a seleção de futsal passou a ser gerida pela CBF no início deste ano e foi apresentado como treinador da seleção o campeão mundial em 2008, PC Oliveira. A diretriz era focar o trabalho na renovação da equipe principal, sinal de que ele poderia estar fora dos planos. O craque diz que aceitou a opção da comissão técnica e, por isso, preferiu se aposentar. No entanto, no primeiro chamado, voltou atrás na decisão.

– A outra comissão que tinha assumido no começo do ano achou por bem a renovação e direcionou que não contaria mais comigo. Entendo, eles têm o direito disso, ninguém tem cadeira cativa na seleção. Porém, com essa mudança, a nova diretoria e nova comissão técnica acharam por bem que eu voltasse. Como eu nunca abri mão da seleção brasileira, é minha segunda pele, respeitei a comissão anterior, onde anunciei que faria um jogo de despedida, e aceitei obviamente este retorno, pois disseram que seria importante neste ciclo. Estou aqui. O jogo que era para ser despedida, será a volta. Fico muito feliz de saber que ainda estou rendendo, não pelo nome, e poder ajudar a seleção brasileira – disse.


Craque não marcou na volta à seleção (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

O motivo da mudança na gestão da seleção no início do ano era a grave crise enfrentada pela CBFS, fundada em 1979, logo após o fim da Confederação Brasileira de Desportos (CBD). Até o primeiro semestre do ano passado, a CBFS tinha uma dívida estimada em R$ 6 milhões. A ideia era a entidade cuidar apenas das seleções de base. Falcão concorda que as mudanças são necessárias, desde que sejam para melhorar.

– O futsal teve problema das duas formas. Todo trabalho que você pensa fazer corretamente com o intuito de melhorar é bem-vindo, independente de como seja. Agora, no retorno da CBFS, eu retornando como atleta, pedi para participar de algumas decisões e da reestruturação. Acredito que possa ser mais importante fora de quadra do que dentro. Por mais que eu volte a jogar, tem um prazo de validade. Espero poder ajudar fora de quadra, onde já temos tendo bons frutos. Espero que daqui para frente seja assim – opinou.


Falcão e Marquinhos Xavier estão à frente da renovação da seleção para 2020 (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

Fonte: Globo.com

Mesmo com placar magro, Falcão e Marquinhos Xavier elogiam volume de jogo do Brasil

Mesmo com placar magro, Falcão e Marquinhos Xavier elogiam volume de jogo do Brasil

Camisa 12 tentou deixar o dele, mas diz que, apesar do placar, jogo fluiu. Estreante da noite, técnico avalia que oportunidades não se transformaram em gol que partida foi um treino para “aspectos emocionais”

 

Na volta pela seleção brasileira de futsal Falcão fez de tudo: driblou, deu combate no campo de ataque, passe longo e passe curto, acertou a trave duas vezes, entrou para bater falta. Só faltou mesmo o gol do camisa 12 na vitória por 1 a 0 sobre o Uruguai, nesta sexta-feira. Na avaliação do craque, por felicidade do goleiro uruguaio e pela forte marcação da celeste. Intensidade dos uruguaios que, para o técnico estreante Marquinhos Xavier, trouxe dificuldade para a partida e “treinou” pontos importantes no grupo.


Falcão não conseguiu deixar o dele no retorno à seleção (Foto: Ricardo Artifon/Divulgação)

 

Apesar de não ter deixado o dele, Falcão diz que o jogo fluiu e que circunstâncias como a noite feliz do goleiro Christian Gaitán e a evolução do futsal do Uruguai. O craque até lembrou do jogo em novembro do ano passado, em que a celeste impôs dificuldades na vitória do Brasil por 3 a 2 no Desafio Internacional.

 

– O time fluiu, as jogadas aconteceram, mas o goleiro dele foi muito feliz. Quando não era o goleiro era a trave. Duas faltas ali que geralmente não perde, perdemos. O resultado foi magrinho, mas ficamos felizes pela seleção ter se apresentado agora. Acredito que o jogo fluiu mais que a gente esperava, porém, os gols não aconteceram. O Uruguai traz aquela tradição de nunca desistir. No ano passado fizemos um 3 a 2 complicado. Espero que no domingo possa fluir um pouco mais e ganhar mais tranquilo. E sair o gol – afirmou.


Marquinhos Xavier analisou que o Brasil deixou o jogo difícil (Foto: Ricardo Artifon/Divulgação)

 

Marquinhos Xavier disse que o jogo serve para que tenha um ponto de onde partir para fazer uma avaliação precisa do grupo. Ele lamentou o fato de não ter resultado em gols as chances que foram criadas. Mas fica o lado positivo de situações, como manter o nível de atenção no máximo até o fim do jogo para evitar um gol de empate.

 

– Uma partida que acabamos tornando difícil. Porque o volume de oportunidades não acompanhou o aproveitamento. Mas foi bom porque a gente teve que jogar até o final com uma intensidade muito alta e em um nível de concentração alto. Se não conseguimos uma vantagem maior, a gente treinou aspectos emocionais que é não poder errar, ser cirúrgico em momentos decisivos. A gente começa a traçar agora o que a gente precisa melhorar. Sabemos que é muita coisa ainda, mas aos poucos conseguimos ajustar – afirmou.

 

No domingo, Brasil e Uruguai voltam a se enfrentar em Uberaba, às 10h, com transmissão ao vivo da TV Globo dentro da programação do Esporte Espetacular.

 

Fonte: Globo.com

Volta de Falcão e resgate do “brilho”: seleção inicia era Marquinhos Xavier

Volta de Falcão e resgate do “brilho”: seleção inicia era Marquinhos Xavier

Conhecido por sua liderança, treinador, que também é palestrante, substitui PC Oliveira no comando da equipe verde-amarela. Estreia será contra o Uruguai nesta sexta, em Uberaba

Eleito por duas vezes o melhor técnico da Liga Nacional de Futsal (LNF) e indicado ao prêmio de melhor treinador do mundo em 2015, Marquinhos Xavier faz a sua estreia à frente da seleção brasileira nesta sexta-feira, em Uberaba (MG). O adversário é o Uruguai, às 21h30, em partida amistosa com transmissão ao vivo do SporTV. Palestrante, autor do livro “Futsal Início, Meio e Finalidade” e com trabalhos de destaque no Marechal Rondon e Carlos Barbosa, seu atual clube, Marquinhos contará com a presença do craque Falcão na sua equipe. Preterido pela comissão técnica anterior, o camisa 12 chegou a fazer a despedida oficial da seleção em março, mas acabou convencido a retornar.


Falcão treina observado por Marquinhos Xavier ao fundo (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

Marquinhos revelou que não participou dos contatos para ter Falcão de volta. No entanto, ele fez questão de ressaltar a importância do melhor jogador de futsal de todos os tempos no processo de transição até o Mundial 2020. Vindo de uma campanha decepcionante na Copa do Mundo da Colômbia, em 2016, o Brasil tem pouco menos de três anos para retomar o brilho deixado para trás após a precoce eliminação para o Irã nas oitavas de final.

– Quando você fracassa, você retorna ao ciclo com mais atenção, usando de aprendizado o que não deu certo. Embora seja tudo muito complicado, porque é subjetivo falar de resultado, o que a gente quer é que a seleção volte a ter um brilho especial nos olhos das pessoas – disse Marquinhos Xavier.

Confira a entrevista com o novo técnico da seleção brasileira:

Como foi o contato para acertar o retorno do Falcão? Até quando pretende contar com ele?

Da minha parte, da parte técnica, não houve nenhum contato sobre isso. Vejo o Falcão como atleta e vejo a figura dele como pessoa importante no processo de transição da seleção brasileira. Não tenho participação nenhuma no processo que culminou na não utilização dele na seleção brasileira. Talvez ele não tenha a pretensão e o interesse de estar no Mundial de 2020, e a minha participação aqui é avaliar e dar oportunidade a todos. Na minha apresentação na seleção brasileira, eu frisei que estava entrando aqui sem ter problema pessoal com atleta algum, então ninguém está vetado de convocação. Todos os atletas que disputam a Liga Nacional, os Estaduais e aqueles que estão fora do país poderão ser convocados. Manter-se dentro da seleção é uma outra questão. O que quero dizer é que não vou julgar nenhum atleta pelo que aconteceu no ciclo anterior, portanto não vejo problema na presença dele nem de outro atleta nesse início de trabalho.

Seu antecessor, PC Oliveira, optou por não contar com o Falcão nesse processo de renovação. Não teme que a volta dele ofusque a busca por novos ídolos, já que o camisa 12 terá 43 anos em 2020?

Não temo não. Quando assumi a seleção, assumi com as minhas convicções, de que podemos transformar o futsal brasileiro. Sou um treinador de clube e estou acostumado a enfrentar diversos problemas que precisam ser negociados ou administrados. Na seleção não é diferente, então eu me respaldo nem pelo PC, nem pelo Serginho, nem pelo Vander (Iacovino) e nem pelo Marcos Sorato. Todos eles são referências e deixaram um legado dentro da seleção. Estou tentando aprender com o que cada um fez. Quero entender o que cada construiu para ter o meu caminho, dentro das minhas convicções. Só quero fazer o melhor para o futsal brasileiro.


Marquinhos Xavier durante treino da seleção brasileira em Uberaba (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

Você convocou alguns atletas jovens, mesclando com jogadores experientes como Falcão. Isso seria um parâmetro do que você pretende trabalhar com a seleção até o Mundial de 2020?

Esse será um parâmetro não só para o Mundial, mas sim a diretriz do nosso trabalho. Até 2018 vamos fazer um grande processo de observação e monitoramento. Dentro disso, é muito provável que tenhamos atletas experientes se revezando dentro das convocações, assim como jovens também se revezando dentro das convocações. O que a gente precisa e estabeleceu é observar o maior número de atletas possíveis para julgar se já estão preparados para esse ciclo, para o próximo ciclo ou se não estão preparados para servir à seleção brasileira. Então, quanto mais atletas a gente monitorar, melhor será as nossas decisões.

Qual a sua expectativa para a sua primeira partida à frente da seleção brasileira de futsal?

A expectativa sempre vem cercada de tensão, mas também de motivação e cautela. Vivemos um momento de pés no chão no que diz respeito à seleção brasileira, embora a expectativa seja muito grande. Estar aqui não é um sonho e sim a realização de um desejo profissional por tudo o que fiz nos clubes por onde eu passei. A gente acredita que pode sim resgatar algumas situações dentro da seleção e a principal delas é o prazer de estar aqui, além do desenvolvimento do trabalho visando o ciclo do Mundial de 2020.

O Brasil vem de um fracasso no Mundial da Colômbia e a CBFS (Confederação Brasileira de Futsal) enfrenta problemas que todos conhecemos. Assumir a seleção nessas condições aumenta o seu desafio?

Independentemente das situações que a Confederação viveu anteriormente, já seria desafiador assumir a seleção. O que a gente tem visto é uma vontade muito grande, uma inclinação de todos nós, não só da comissão técnica como do grupo que vai gerir o projeto até o Mundial. O empenho de todos está muito grande. Tudo para que tomemos o rumo de vitórias e melhoremos a imagem. O sucesso e o fracasso norteiam o ciclo. Quando você fracassa, você retorna ao ciclo com mais atenção, usando de aprendizado o que não deu certo. Embora seja tudo muito complicado, porque é subjetivo falar de resultado, o que a gente quer é que a seleção volte a ter um brilho especial nos olhos das pessoas.


Treinador tem o amistoso contra o Uruguai como primeiro desafio (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

Houve alguma conversa da comissão técnica com a CBFS no sentido de dar melhores condições de trabalho à seleção?

Sim. Essa conversa houve já no momento da minha apresentação. Conversamos também em outra oportunidade, porque temos uma necessidade de melhorar alguns processos de trabalho. Hoje posso dizer que a gente está debruçado em cima disso para que os processos resultem num efeito positivo para a equipe. A inclinação é que todos possam ajudar e melhorar a nossa estrutura de trabalho e assim minimizar os erros. O desafio é diminuir os índices de previsibilidade que a modalidade tem.

Sua ideia é continuar conciliando a seleção com o Carlos Barbosa no ano que vem ou pretende se dedicar exclusivamente à seleção?

Existe já uma conversa com a ACBF sobre a minha continuidade, mas não há definição em relação a isso. Uma coisa é certa: até 2018 é possível administrar seleção e clube. Mesmo porque é importante eu me manter em atividade prática, vivenciando o dia a dia do esporte. Quando você se distancia do clube, você perde essa coisa da prática. A ideia é que em 2019 eu fique só na seleção, porque já está mais perto do Mundial, e aí exige-se uma dedicação maior do treinador.

Fonte: Globo.com

Na volta à seleção, Falcão faz 1º treino e elogia ginásio em MG: “Tem algo especial”

Na volta à seleção, Falcão faz 1º treino e elogia ginásio em MG: “Tem algo especial”

Brasil chegou a Uberaba e treinou nesta quinta-feira no Centro Olímpico, onde será o Desafio Sul-Americano de Futsal e camisa 12 já fez golaço, conquistou títulos e ainda não perdeu. Primeira partida contra Uruguai será nesta sexta

Estar no Centro Olímpico, em Uberaba, Minas Gerais, faz com que Falcão e companhia se sintam em casa. Principalmente o camisa 12, que volta a vestir a camisa da seleção após anunciar a aposentadoria no início do ano, quando a parceria a gestão da seleção brasileira de futsal entre a Condeferação Brasileira de Futsal (CBFS) e o Grupo Águia, avalizado pela CBF foi firmada. Na cidade do Triângulo Mineiro fez golaço de letra, deu chapéu, caneta, foi campeão e o que o craque considera mais importante: nunca perdeu jogando na cidade.


Falcão faz primeiro treino após retorno à seleção (Foto: Reprodução/TV Integração)

E assim o camisa 12 do Brasil espera para o Desafio Sul-Americano de Futsal, que será realizado em Uberaba contra o Uruguai. Para os jogos desta sexta-feira e no domingo, Falcão espera manter a escrita: fazer gols e se manter invicto na cidade que ele diz ter outro clima.

– Uberaba para mim tem algo muito especial. Sempre que sei que o jogo aqui tem um clima diferente. O ginásio super bem aceito, super lotado e eu nunca perdi aqui. Estou invicto em Uberaba, sempre meus gols aqui e espero que desta vez não seja diferente – afirmou.


Falcão com a torcida no Centro Olímpico em Uberaba: “algo muito especial” (Foto: Ricardo Artifon/CBFS)

O desafio faz parte do início do ciclo do técnico Marquinhos Xavier visando o Mundial, em 2020. As duas partidas em Uberaba são os primeiros passos para o ciclo que, segundo o treinador visa monitorar e avaliar os atletas.

Fonte: Globo.com